
O Seguidor
Eu estava andando em São Paulo, quando um rapaz me abordou perguntando onde ficava a Rua São Bento. Enquanto eu explicava, olhei em direção a rua e quando voltei, ele havia sumido. Procurei por todos os lados e nem sinal dele. Eu estava sobre a Ponte Santa Efigênia e na tinha nenhuma porta próxima para que ele pudesse entrar. Como teria desaparecido tão rápido? Era domingo e não havia multidão na rua. Como ele fizera aquilo?
Continuei andando. Fui para o Vale do Anhangabaú, quando alguém bateu no meu ombro, virei-me e qual não foi a minha surpresa quando vi o rapaz que me perguntara da Rua são Bento.
- Você? Achou a Rua São Bento?
- Sim, achei. Onde fica a Rua São João?
Virei-me para indicar-lhe a direção e, ele fez aquilo de novo: sumiu. Comecei a ficar intrigada. Como ele poderia ter sumido no meio do Vale do Anhangabaú, praticamente em segundos.
Achei melhor dar o fora dali, antes que ele aparecesse de novo.
Peguei o metro para a Praça da Sé. Dirigi-m para a Catedral, entrei, sentei-me num banco e fiz uma oração. Olhei toda a igreja admirando sua grandiosidade. Surpresa! No banco detrás do meu estava aquele moço, apoiado, rezando um terço já pela metade. Como ele conseguia fazer aquilo? Aparecia e desaparecia como num passe de mágica. Não o interrompi em suas orações, apesar da grande curiosidade que sentia. Resolvi ir embora dali.
Quando cheguei a porta, virei-me para fazer o sinal da cruz e percebi que o rapaz já não estava mais dentro da igreja. Olhei para todos os lados e, de repente, ao meu lado, vi uma figura de anjo na parede. Era ele.
Desirée set/1988
Eu estava andando em São Paulo, quando um rapaz me abordou perguntando onde ficava a Rua São Bento. Enquanto eu explicava, olhei em direção a rua e quando voltei, ele havia sumido. Procurei por todos os lados e nem sinal dele. Eu estava sobre a Ponte Santa Efigênia e na tinha nenhuma porta próxima para que ele pudesse entrar. Como teria desaparecido tão rápido? Era domingo e não havia multidão na rua. Como ele fizera aquilo?
Continuei andando. Fui para o Vale do Anhangabaú, quando alguém bateu no meu ombro, virei-me e qual não foi a minha surpresa quando vi o rapaz que me perguntara da Rua são Bento.
- Você? Achou a Rua São Bento?
- Sim, achei. Onde fica a Rua São João?
Virei-me para indicar-lhe a direção e, ele fez aquilo de novo: sumiu. Comecei a ficar intrigada. Como ele poderia ter sumido no meio do Vale do Anhangabaú, praticamente em segundos.
Achei melhor dar o fora dali, antes que ele aparecesse de novo.
Peguei o metro para a Praça da Sé. Dirigi-m para a Catedral, entrei, sentei-me num banco e fiz uma oração. Olhei toda a igreja admirando sua grandiosidade. Surpresa! No banco detrás do meu estava aquele moço, apoiado, rezando um terço já pela metade. Como ele conseguia fazer aquilo? Aparecia e desaparecia como num passe de mágica. Não o interrompi em suas orações, apesar da grande curiosidade que sentia. Resolvi ir embora dali.
Quando cheguei a porta, virei-me para fazer o sinal da cruz e percebi que o rapaz já não estava mais dentro da igreja. Olhei para todos os lados e, de repente, ao meu lado, vi uma figura de anjo na parede. Era ele.
Desirée set/1988
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